O Dia Mundial de Combate ao Câncer – lembrado em 8 de abril – foi criado pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC) para marcar o combate à doença, que a cada ano atinge milhares de pessoas. No Brasil, apenas em 2016, foram estimados mais de 590 mil novos casos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) – números que demonstram a importância de divulgar hábitos e mudanças de estilo de vida que ajudam na prevenção da doença, tais como adotar uma dieta saudável e praticar exercícios físicos regularmente. De acordo com o Ministério da Saúde, frutas, legumes, verduras e cereais integrais, por exemplo, são alimentos que ajudam na prevenção do câncer, quando incluídos em uma dieta variada e equilibrada. Assim como a prática de exercícios físicos, seja fazendo caminhadas ou aulas de dança, trocando o elevador pelas escadas ou mesmo cuidando da casa ou do jardim. Esses dois hábitos também contribuem para evitar um fator de risco importante para o câncer: a obesidade.  

Parar de fumar (ou nem começar) é outro fator primordial na prevenção do câncer parar de fumar. O fumo libera mais de 4.700 substâncias tóxicas e cancerígenas no organismo e isso faz com esse hábito seja um fator de risco para o câncer na cavidade oral, laringe, faringe, esôfago e mama. Você também deve evitar a ingestão de bebidas alcoólicas – o consumo dessas substâncias, em qualquer quantidade, aumenta o risco de desenvolver câncer. Se você misturar bebidas com cigarro, as chances de o câncer aparecer são maiores ainda.  Mulheres devem ter cuidados especiais para prevenir o câncer .Para elas, valem alguns cuidados a mais na prevenção de cânceres ginecológicos:Câncer de colo de útero – a vacinação de meninas de 9 a 13 anos contra o HPV e a realização periódica do exame Papanicolau são as estratégias indicadas.Câncer de ovário – exemplos de práticas que podem ser usadas, desde que com orientação e indicação médica, são o uso de anticoncepcionais orais e as cirurgias ginecológicas (laqueadura tubária e histerectomia).

Câncer de mama – não pode ser prevenido, mas é possível diagnosticá-lo precocemente. Para isso, é recomendável que a mulher se consulte regularmente com seu ginecologista e esteja atenta a qualquer alteração nas mamas. Além disso, mulheres acima dos 40 anos devem realizar a mamografia periodicamente. Para as mais jovens, o ginecologista pode utilizar de outros exames para avaliar a saúde das mamas.

Referências
http://www.inca.gov.br/estimativa/2016/tbregioes_consolidado.asp